terça-feira, 30 de junho de 2009

DECEPÇÕES


Decepções pequenas...
Decepções grandes...
Decepções profundas...

Quem nunca as teve?

Não importa o grau ou tamanho. Decepções são sempre decepções, e só quem as teve, já viveu ou vive sabe dizer o quanto elas doem e deixam marcas.
Pra mim a decepção é um sentimento tão frustante, tão triste, tão terrível que me deixa quase ao chão.

Quero testemunhar que quando sofri a maior de todas as decepções vividas por mim, achei que não conseguiria sobreviver àquilo. Achei que ali terminava alguns dos sonhos que construí para viver. Me decepcionei com a pessoa, comigo mesma e até com Deus. É óbvio que Deus não tinha e não tem culpa alguma, mas naquele dia e nos que se seguiram, fiquei muito triste com Ele.

Fantástico, impressionante, magnífico a bondade e a misericórdia do Senhor!!!

Mesmo triste, decepcionada, humilhada, desiludida com tudo aquilo, o Senhor me concedeu graça e sabedoria para pensar que ou eu me entregava a decepção entrando em tristeza profunda e depois a depressão, ou reagiria, superaria, ergueria a cabeça e levantaria e enfrentaria cada momento seguinte como vencedora.

O único pensamento que me mantinha em pé era: Senhor, me ajuda! Socorre-me. Não quero isso pra mim. Não quero esse sentimento de tristeza que insiste em invadir-me. Ajuda-me Deuuus!

Só Deus sabe o quanto a decisão de reagir me custou! Quando reagimos, fazemos a nossa parte e o que não podemos fazer, Deus faz por nós. Quando tomamos uma atitude diante do Senhor, ele nos liberta e com a liberdade sentimos o agir de Deus.

Se hoje entendo isso foi porque percebi que quando Deus permite que o rumo da nossa vida seja mudado por meio de uma dor, perda ou mesmo rompimento é porque Ele vê além. Com minha experiência de vida posso ajudar outros a passar por situações parecidas ou iguais ao que passei. Só hoje entendo isso e agradeço ao Senhor.

Que benção, que alegria, que felicidade! Quanto recebi por ter superado, buscado e confiado em Deus!

Por isso Jesus te convida a uma "SUPERAÇÃO". Levante dessa decepção, dessa tristeza, da agustia que quer invadir teu ser. Enfrente tudo isso com Deus. Deixe Ele te ajudar. Abra seu coração, porque Ele quer curá-la e abençoa-la, entregue a Ele todas as suas decepções. Aproveite essa situação para aproximar-se de Deus, para a vitória que Ele quer te alcançar. Assim como eu tenho recebido muitas e muitas bençãos do Senhor, você também a terá, basta "REAGIR".

Deus nos abençoe! Tomamos posse de tudo que o Senhor tem para os que são fiéis.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

ESCOLHAS

Podemos escolher até escolher não escolher.
A vida é feita de escolhas.
Como acordou hoje?
Com vontade de dormir mais 3 horas?
Quais foram as primeiras vontades que teve?
De ficar na cama curtindo o frio da manhã e aquele sono que é o melhor, o sono da manhã?
Quais as escolhas que fez nas primeiras horas do seu dia hoje?

Dormir, acordar, trabalhar, estudar, ser mãe, esposa, dona de casa, ... parece que nossa vida gira em torno de um círculo vicioso que tende à rotina.... e parece que temos vontade de estar em qualquer lugar, menos neste em que estamos agora.
Mas o que fazer com tudo isso?
Escolha...
Em tudo se pode escolher...
Sempre podemos escolher, até escolher em não escolher.
E nesse emaranhado de escolhas que é a vida, vou me conhecendo e descobrindo. Mas em cada escolha, escolho escolher por Deus que vai me direcionando nas consequências de minhas escolhas. E hoje agir como escolhida e podendo fazer escolhas vejo que não vivo de rotina...mas vivo de escolhas! Pois na verdade sou escolhida!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

PERTO ESTÁ O SENHOR


“Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado...” (Salmos 34.18)
Que Deus possa ser sempre o seu refúgio nos momentos de aflição... E não se pergunte o porque da prova... Mas sim o pra quê? Perguntas sábias tem respostas corretas!
O bom lutador, não desiste da batalha, mas ganha fôlego, e retoma o ânimo para a guerra... Então não desista nunca de lutar!!! E nem dos seus sonhos... Porque ao cansado Ele dá força para lutar... Ao abatido Ele dá ânimo para vencer... Ao triste Ele dá alegria de viver...

sexta-feira, 19 de junho de 2009

OBRIGADA DEUS PELOS MEUS AMIGOS


Como é bom ter amigos!!
Amigos de perto....
Amigos de longe....
Amigos de ontem....
Amigos de hoje....
Amigos que virão....
Sou grata a Deus, pois por onde passei fiz amigos, amigos que conservo até hoje em lugar especial em meu coração. Alguns nem falo tanto, mas estão aqui, guardados do "lado esquerdo do peito, dentro do coração".
Vinícius de Morais, descreveu bem o que são os amigos, faço dele minhas palavras em homenagem aos meus amigos.

"Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor,
eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos,
enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os meus amores,
mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos
e o quanto minha vida depende de suas existências ...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade,
não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos
na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba
e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção
de como me são necessários, de como são
indispensáveis ao meu equilíbrio vital,
porque eles fazem parte do mundo que eu construí e se tornaram alicerces
do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu "intercedo" pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese,
dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.Por vezes,
mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,
cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim,
compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece
é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado,
morando comigo, andando comigo, falando comigo,
vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente
os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os."
(Vinícius de Moraes)*

quarta-feira, 17 de junho de 2009

ABRAÇA-ME


Quando ouvi essa canção pela primeira vez me senti literalmente nos braços do Pai. Me fiz criança e pude sentir seu toque, seu cuidado, seu carinho. E como estava precisando desse colo!!! E sempre que ouço me faz refletir o que é ser criança e o cuidado de Deus para com seus filhos.

E o que é ser criança?

Ser criança é ser inocente, é acreditar que tudo é possível, é ser humilde, é viver um mundo onde não há maldade, não há mentiras, não há ódio.... é viver o mundo onde tudo é possível. Ser criança é ser feliz pelo simples fato de ter um sol lá fora para brincar e se chover também poder brincar na chuva sem se preocupar que poderá adoecer. Ser criança é não ter vergonha de dizer que não sabe, é saber não guardar mágoas, é não ter ódio.... Ser criança é ser puro de coração..Ser criança é ser totalmente dependende dos cuidados do pai.

Eu quero ser eternamente uma criança, dependente do meu Pai Celestial!!

Que essa canção possa fazer com que sinta o quanto somos dependentes de Deus. Que possamos sentir o carinho, o amor, a dedicação que o Pai Celeste tem por nós. Sinta o abraço do Pai:

Quero ser como criança
Te amar pelo que És
Voltar a inocência e acreditar em Ti
Mas as vezes sou levado pela vontade de crescer
Torno-me independentee deixo de simplesmente crer.

Não posso viver longe do Teu amor, Senhor.
Não posso viver longe do Teu afago, Senhor.
Não posso viver longe do Teu abraço, Senhor.

Abraça-me, abraça-me,
Abraça-me, abraça-me,
Abraça-me com Seus braços de amor.

Em Mateus 19:14 Ele diz: "Deixai os pequeninos ,não embareceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus."

segunda-feira, 15 de junho de 2009

quarta-feira, 10 de junho de 2009

O Café, a Xícara e a Vida


Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente,
se reuniu para visitar um antigo professor da universidade.
Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas
de estresse no trabalho e na vida comum de todos.

Ao oferecer café aos seus convidados,
o professor foi à cozinha e retornoucom um grande bule
e uma variedade de xícaras de porcelana, plástico,
vidro, cristal; algumas simples, outras caras e outras requintadas
e dizia a todos para se servirem.

Quando todos os estudantes estavam de xícara em punho,
o professor disse: “Se vocês repararem, pegaram todas
as xícaras bonitas e caras,
e deixaram as simples e baratas para trás”.

Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si,
isto é a fonte dos seus problemas e estresse.
Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona
qualidade nenhuma ao café.

Na maioria das vezes, são apenas mais caras e,
algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo.
O que todos vocês realmente queriam era o café,
não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras...
e então ficaram de olho nas xícaras uns dos outros.

Agora pensem nisso:
A Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras.
Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida
e o tipo de xícara que temos não define,
nem altera a qualidade de Vida que vivemos.

Às vezes, ao concentrarmos-nos apenas na xícara,
deixamos de saborear o café que Deus nos deu.

"Deus côa o café, não as xícaras... saboreie o seu café".


terça-feira, 9 de junho de 2009

O PRIMEIRO AMOR

Outro dia voltei ao passado e relembrei meu primeiro amor. Queria descrevê-lo, mas não achava palavras... O que é o primeiro amor? Ou, o que foi o primeior amor? Vasculhei fontes, livros, poesias e encontrei um texto longo, mas que expressa tudo o que sinto e penso sobre o fantástico do primeiro amor. O turbilhão de sentimentos vividos, a sensação de estar nas nuvens e de lá nunca descer, o sentimento de eternidade que o primeiro amor traz, da inocência de achar que tudo é amor, amor, amor, amor.... eternamente amor!!!!

É fácil saber se um amor é o primeiro amor ou não. Se admite que possa ser o primeiro, é porque não é, o primeiro amor só pode parecer o último amor. É o único amor, o máximo amor, o ir repetível e incrível e antes morrer que ter outro amor. Não há outro amor. O primeiro amor ocupa o amor todo.


Nunca se percebe bem por que razão começa. Mas começa. E acaba sempre mal só porque acaba. Todos os dias parece estar mesmo a começar porque as coisas vão bem, e o coração anda alto. E todos os dias parece que vai acabar porque as coisas vão mal e o coração anda em baixo. O primeiro amor dá demasiadas alegrias, mais do que a alma foi concebida para suportar. É por isso que a alegria dói - porque parece que vai acabar de repente. E o primeiro amor dói sempre demais, sempre muito mais do que aguenta e encaixa o peito humano, porque a todo o momento se sente que acabou de acabar de repente. O primeiro amor não deixa de parte um único bocadinho de nós. Nenhuma inteligência ou atenção se consegue guardar para observá-lo. Fica tudo ocupado. O primeiro amor ocupa tudo. É inobservável. É difícil sequer reflectir sobre ele. O primeiro amor leva tudo e não deixa nada.


Diz-se que não há amor como o primeiro e é verdade. Há amores maiores, amores melhores, amores mais bem pensados e apaixonadamente vividos. Há amores mais duradouros. Quase todos. Mas não há amor como o primeiro. É o único que estraga o coração e que o deixa estragado.


É como uma criança que põe os dedos dentro de uma tomada eléctrica. É esse o choque, a surpresa «Meu Deus! Como pode ser!» do primeiro amor. Os outros amores poderão ser mais úteis, até mais bonitos, mas são como ligar electrodomésticos à corrente. Este amor mói-nos o juízo como a Moulinex mói café. Aquele amor deixa-nos cozidos por dentro e com suores frios por fora, tal e qual num micro-ondas. Mas o «Zing!» inicial, o tremor perigoso que se nos enfia por baixo das unhas e dá quatro mil voltas ao corpo, naquele micro-segundo de electricidade que nos calhou, só acontece no primeiro amor.


O primeiro beijo é sempre uma confusão. Está tudo a andar à volta e não se consegue parar. A outra pessoa assalta-nos e deixa-nos tontos, isto apesar de ser tão tímida e inepta como nós. E os nomes dos nossos primeiros amores? Os nomes doem. Parecem minúsculos milagres. Cada vez que se pronunciam, rebenta um pequeno terramoto no equador. E as mãos? Quando a mão entra na mão de quem se ama e se sente aquele exagero de volts e de pele, a única resposta sensata é o assassínio, o exílio, o suicídio. Nada fica de fora. O mundo é uma conspiração cinzenta de amores em segunda mão. Nada é puro fora daquelas mãos. O tesouro está a arder, as pessoas estão a morrer, os olhos cheios de luz estão a cegar, mas o primeiro amor é também, e sem dúvida, o primeiro amor do mundo.


O primeiro amor é aquele que não se limita a esgotar a disposição sentimental para os amores seguintes: quer esgotá-la. Depois dele, ou depois dela, os olhos e os braços e os lábios deixam de ter qualquer utilidade ou interesse. As outras pessoas - por muito bonitas e fascinantes que sejam - metem-nos nojo. Só no primeiro amor.


Não há amor como o primeiro. Mais tarde, quando se deixa de crescer, há o equivalente adulto ao primeiro amor - é o primeiro casamento; mas não é igual. O primeiro amor é uma chapada, um sacudir das raízes adormecidas dos cabelos, uma voragem que nos come as entranhas e não nos explica. Electrifica-nos a capacidade de poder amar. Ardem-nos as órbitas dos olhos, do impensável calor de podermos ser amados. Atiramo-nos ao nosso primeiro amor sem pensar onde vamos cair ou de onde saltamos. Saltamos e caímos. Enchemos o peito de ar, seguramos as narinas com os dedos a fazer de mola de roupa, juramos fazer três ou quatro mortais de costas, e estatelamo-nos na água ou no chão, como patos disparados de um obus, com penas a esvoaçar por toda a parte.


Há amores melhores, mas são amores cansados, amores que já levaram na cabeça, amores que sabem dizer «Alto-e-pára-o-baile», amores que já dão o desconto, amores que já têm medo de se magoarem, amores democráticos, que se discutem e debatem. E todos os amores dão maior prazer que o primeiro. O primeiro amor está para além das categorias normais da dor e do prazer. Não faz sentido sequer. Não tem nada a ver com a vida. Pertence a um mundo que só tem duas cores - o preto-preto feito de todos os tons pretos do planeta e o branco-branco feito de todas as cores do arco-íris, todas a correr umas para as outras.


Podem ficar com a ternura dos 40 e com a loucura dos 30 e com a frescura dos 20 - não outro amor como o doentio, fechado-no-quarto, o amor do armário, com uma nesga de porta que dá para o Paraíso, o amor delirante de ter sempre a boca cheia de coração e não conseguir dizer outra coisa com coisa, nem falar, nem pedir para sair, nem sequer confessar: «Adeus Mariana - desta vez é que me vou mesmo suicidar.» Podem ficar (e que remédio têm) com o savoir-faire e os fait-divers e o «quero com vista pró mar se ainda houver». Não há paz de alma, nem soalheira pachorra de cafunés com champagne, que valha a guerra do primeiro amor, a única em que toda a gente morre e ninguém fica para contar como foi.


Não há regras para gerir o primeiro amor. Se fosse possível ser gerido, ser previsto, ser agendado, ser cuidado, não seria primeiro. A única regra é: Não pensar, não resistir, não duvidar. Como acontece em todas as tragédias, o primeiro amor sofre-se principalmente por não continuar. Anos mais tarde, ainda se sonha retomá-lo, reconquistá-lo, acrescentar um último capítulo mais feliz ou mais arrumado. Mas não pode ser. O primeiro amor é o único milagre da nossa vida - e não há milagres em segunda mão. É tão separado do resto como se fosse uma primeira vida. Depois do primeiro amor, morre-se. Quando se renasce há uma ressaca. É um misto de «Livra! Ainda bem que já acabou!» e de «Mas o que é isto? Para onde é que foi?».


Os outros amores são maiores, são mais verdadeiros, respeitam mais as personalidades, são mais construtivos - são tudo aquilo que se quiser. Mas formam um conjunto entre eles. O segundo e o terceiro e o quarto, por muito diferentes, são mais parecidos. São amores que se conhecem uns aos outros, bebem copos juntos, telefonam-se, combinam ir à Baixa comprar cortinados. O primeiro amor não forma conjunto nenhum. Nem sequer entre os dois amantes - os primeiros, primeiríssimos amantes. Acabam tão separados os dois como o primeiro amor acaba separado dos demais. O amor foi a única coisa que os prendeu e o amor, como toda a gente sabe, não chega para quase nada. É preciso respeito e bláblá, compreensão mútua e muito bláblá, e até uma certa amizade bláblá. Para se fazer uma vida a dois que seja recompensadora e sobretudo bláblá, o amor não chega. Não se vive só dele. Não se come. Não se deixa mobilar. Bláblá e enfim.


Mas é por ser insustentável e irrepetível que o primeiro amor não se esquece. Parece impossível porque foi. Não deu nada do que se quis. Não levou a parte nenhuma. O primeiro amor deveria ser o primeiro e esquecer-se, mas toda a gente sabe, durante o primeiro amor ou depois, que é sempre o último.


Afinal nem é por ser primeiro, nem é por ser amor. A força do primeiro amor vem de queimar - do incêndio incontrolável - todas aquelas ilusões e esperanças, saudades pequenas e sentimentos, que nascem em nós com uma força exagerada e excessiva. Como se queima um campo para crescer plantas nele. Se fôssemos para todos os outros amores com o coração semelhantemente alucinado e confuso, nunca mais seríamos felizes. É essa a tristeza do primeiro amor. Prepara-nos para sermos felizes, limando arestas, queimando energias, esgotando inusitadas pulsões, tornando-nos mais «inteligentes».


É por isso que o primeiro amor fica com a metade mais selvagem e inocente de nós. Seguimos caminho, para outros amores, mais suaves e civilizados, menos exigentes e mais compreensivos. Será por isso que o primeiro amor nunca é o único? Que lindo seria se fosse mesmo. Só para que não houvesse outro.


Miguel Esteves Cardoso - Os Meus Problemas (1988)





sexta-feira, 5 de junho de 2009

JUNHO.... QUANTO PARA COMEMORAR!!!!

Mês de Junho para mim é super, hiper, mega especial.
É o mês da vida. De minhas maiores comemorações.
Nasci .... portanto comemoro o prazer de estar viva até hoje, pois hoje nos pertence o amanhã é presente de Deus!!!!
Minha pérola nasceu.... minha filha Maysa
Quer mais??
Meu tesouro nasceu.... meu filho Vinícius

Motivos .... milhões de motivos ...
Comemorar a vida...
Comemorar o amor...
Comemorar a alegria, o prazer, o fantástico de ser mãe...
Quanto para comemorar!!!!
Quanto a agradecer....
Como na canção:

Por tudo que Ele tem feito
E também pelo que irá fazer...
Por Suas promessas
Pela liberdade e salvação
Te agradeço com todo meu ser

quinta-feira, 4 de junho de 2009

No silêncio do meu ser
Quando eu busco, eu ouço a Tua voz
E ao te contemplar
Não posso descrever
Tudo o que és pra mim

Mais que um amigo Tu és
Mais do que possa expressar
Tu és para mim
Tua graça não me faltará
Teu amor me restaurará
Me alegro em ti

Eu quero adorar-Te, meu Rei
Em tua presença me oferecerei
E ao Te contemplar
Não posso descrever
Tudo o que és pra mim

Vineyard Music Brasil

terça-feira, 2 de junho de 2009

MEU DIA.....


Hoje para mim é um dia especial. Amanheceu lindo, depois de dias de chuva e apesar do frio o sol brilha de maneira diferente. É o presente de Deus para mim: dia lindo de sol e a vida. E foi numa madrugada fria do dia 02 de junho de alguns anos atrás que na cidade de Curitiba o casal mais lindo e abençoado que conheço, recebem de Deus um presente: a VIDA da filha primogênita. Ela cresceu dentro de um lar cheio de amor, de carinho, de ensinamentos cristãos. Hoje estou aqui e logo pela manhã, recebo uma linda mensagem de quem devo tudo o que sou: meus pais. Foram eles que me ensinaram que tudo vem de Deus. Minha gratidão é a Deus pelo dom da vida, por permitir estar aqui comemorando mais um ano de vida... por permitir-me VIVER. Por permitir receber o abraço de pessoas queridas e amadas. Não existe nada melhor! Sou feliz por estar comemorando o meu dia. Deus na sua infinita misericórdia e sabedoria nos dá a capacidade de recomeçar a cada ano. Fazer aniversário para mim é mais uma chance que o Pai nos dá para agradecer, para amar, para servir, para sorrir. Fazer aniversário é uma dádiva divina.
Obrigada Jesuuuuusssssssssssss!!!!! Ainda estou aqui e posso gritar ao mundo que na minha vida o céu venceu.