quinta-feira, 31 de março de 2011

O PARADOXO DO NOSSO TEMPO

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
George Carlin

sábado, 26 de março de 2011

OREMOS POR CAROLINA E SUA FILHA ANA LUIZA

Hoje pela manhã visitei um blog através de um pedido, também de oração, postado no blog do Pr. Ciro Zibordi.
Ana Luíza é uma garotinha de apenas sete anos, e que foi diagnosticada, há dois anos, com um grave tipo de câncer infantil. Essa mãe, Carolina, que particularmente, não tenho palavras para descrevê-la, tamanha a sua força e coragem, resolveu compartilhar sua dor, medos, inseguranças, luta, fé, perseverança, diante de tamanho acontecimento que ela chama de VIDANORMAL.

É impossível não se emocionar e se derramar em lágrimas com sua história, luta e dor.

Peço a todos os amigos que me acompanham e aos que chegam até MEU CANTINHO, que se ingressem também nessa corrente de oração por essa família, principalmente por Ana Luiza, que com apenas sete aninhos, dá um show de perseverança, coragem e serenidade diante de um '' problemão'' e por sua mãe Carolina, para que Deus continue lhe dando forças.

Se quiserem acompanhar essa história, ou mesmo deixar uma palavra de carinho, coragem e solidariedade, o endereço é: http://www.vidanormal.blogspot.com/

sexta-feira, 18 de março de 2011

BEM AVENTURANÇAS DO CÔNJUGE

Bem-aventurado o casal que não deixa de cultivar o romantismo, mesmo após dizerem “sim” no altar.

Bem-aventurado o casal que reconhece que o romantismo é um combustível de valor para a permanência do casamento.

Bem-aventurado é o marido que diz, todos os dias, para sua esposa: “Querida, eu amo você”.

Bem-aventurada é a esposa que sempre procura corresponder aos galanteios de seu marido com ternura e carinho.

Bem-aventurados são os casais que, todos os anos, planejam e comemoram o aniversário de casamento.

Bem-aventurados os maridos que constantemente levam flores para suas esposas.

Bem-aventurados os cônjuges que lêem o livro de Cantares de Salomão e agradecem a Deus a celebração e a criação do sexo no leito conjugal, que deve ser sem mácula.

Bem-aventurada é a esposa que sempre procura receber seu marido com um sorriso nos lábios, reafirmando o valor dele para sua vida.

 
Bem-aventurado é o casal de namorados, que valoriza o romantismo, mas que também vive os princípios bíblicos da sexualidade e se guardam para o casamento.

Bem-aventurado é o casal que planeja e realiza, de quando em quando, um jantar à luz de velas.

Bem-aventurado é o marido que não associa romantismo, necessariamente, à relação sexual.

Bem-aventurados são os cônjuges que, mesmo com o passar dos anos, com a face marcada pelo tempo, vêem, um no outro, a mesma beleza dos tempos da juventude.

Fonte:Clik Familia

terça-feira, 15 de março de 2011

OREMOS PELO JAPÃO

"O que falta na humanidade é a oração." (Francesco Forgione)


"Aqueles que oram fazem mais pelo mundo que aqueles que lutam; e se o mundo vai de mal a pior, é porque existem mais batalhas do que orações." (George S. Patton)’

sexta-feira, 4 de março de 2011

ABRAÇA-ME!!

É uma avó que conta que certo dia sua filha lhe telefonou do pronto-socorro. Sua neta, Robin,de apenas seis anos, tinha caído de um brinquedo no pátio da escola e havia ferido gravemente a boca.

A avó foi buscar as irmãs de Robin na escola e passou uma tarde agitada e muito tensa, cuidando das crianças, enquanto aguardava que a filha retornasse com a menina machucada.Quando finalmente chegaram, as irmãs menores de Robin correram para os braços da mãe. Robin entrou silenciosa na casa e foi se sentar na grande poltrona da sala de estar. O médico havia suturado a boca da menina com oito pontos internos e seis externos. O rosto estava inchado, a fisionomia estava modificada e os fios dos cabelos compridos estavam grudados com sangue seco. A garotinha parecia frágil e desamparada. A avó se aproximou dela com o máximo cuidado. Conhecia a neta, sempre tímida e reservada.

“Você deseja alguma coisa, querida?”, perguntou. Os olhos da menina fitaram a avó firmemente e ela respondeu: “quero um abraço.”

À semelhança da garotinha machucada, muitas vezes desejamos que alguém nos tome nos braços e nos aninhe, de forma protetora. Quando o coração está dilacerado pela injustiça, quando a alma está cheia de curativos para disfarçar as lesões afetivas, gostaríamos que alguém nos confortasse. Quando dispomos de amores por perto, é natural que os busquemos e peçamos: abrace-me. Escute-me. Dê-me um pouco de carinho. Um chá de ternura. Contudo, quando somos nós que sempre devemos confortar os outros, mais frágeis que nós mesmos, ou quando vivemos sós, não temos a quem pedir tal recurso.

Então, quando estivermos ansiosos por um abraço consolador nos nossos momentos de cansaço, de angústia e de confusão, pensemos em quem é o responsável MAIOR por nós. Quando não tivermos ninguém para conversar, conversemos com nosso Pai. Sirvamo-nos dos recursos extraordinários da oração e digamos tudo o que Ele, como Onisciente, Onipresente e Onipotente já sabe, mas que nós desejamos contar para desabafar, aliviar a tensão interna. Falemos das nossas incertezas e dos nossos dissabores, sobre as nossas decepções e nossos desacertos e nos permitamos sentir o envolvimento do seu abraço de Pai amoroso e bom. Ele sempre está pronto para abraçar seus filhos sem impor condições.

E se descobrirmos que faz muito tempo que não sentimos esse abraço Divino, tenhamos a certeza de que faz muito tempo que não o pedimos.